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Mostrando postagens de outubro, 2020
 Munué Nenen - Poeta Popular das Alagoas. Poema publicado em 05.09.1945 no jornal Carioca A Manhã. Manuel Nenen, cantador Alagoano Os cantadores não pecam pela modéstia. Não acreditando muito na justiça humana, fazem-se justiça com as próprias mãos – ou com a própria boca – dizendo de si mesmos as coisas mais agradáveis. Veja-se como faz o seu próprio retrato, o grande poeta popular Manuel Nem das Alagoas. Fala também de colegas, porém todos mortos; elogio a vivo, concorrente, nada. Este é o manué nenen,/força e magnetismo,/caldeira de munta força/movendo o seu maquinismo,/ouro que nunca mareia,/do tempo do carrancismo. Este é manué nenen,/é o cantado falado/naturá das Alagoa,/é aço, é ferro, é machado,/ trovão do mês de janeiro,/navio encouraçado. Meus senhores, me descurpem/este meu idealismo:/sou um poeta matuto,/cheio de anarfabetismo,/mas sou qui nem padre véio/pregando o seu catecismo. Repente em minha cabeça,/quando chega, é mais de cem;/minha boca não despacha/o q...
  Coisas das Alagoas “Pra quem ama, catinga de bode é cheiro.” “Só hai duas nação de vivente que não bebe: o sino e o ovo. E assim mesmo, o sino é porque veve com a boca pra baixo e o ovo é porque já nasceu cheio.”
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 Os 7 seminaristas na Paróquia do Poço em Maceió. ano de 1983. somos, da esquerda para a direita: Manuel Euclides, Guimarães, Zezinho, Djalma, Montini, Eraldo Cordeiro e Nivaldo